terça-feira, 5 de abril de 2016

Torta de bacon

Que tal misturar bacon, carne moída e queijo numa torta deliciosa e fácil de fazer?

Veja no vídeo abaixo como me fazer mais feliz.

Se resolver tentar, me convide por favor. Eu levo a cerveja!

https://www.facebook.com/1511887342431535/videos/1731252440495023/

quarta-feira, 30 de março de 2016

Bullying e sexualidade excessiva na sociedade

Pode parecer estranho para toda uma geração, mas nem sempre existiu a internet. Houve um tempo em que era impossível ter acesso ao mundo em tempo real e ainda participar dele opinando e recebendo feedback.

Hoje passamos o dia conectados e, sem perceber, acabamos expostos a todo o tipo de assunto. Sabemos em tempo real o que está acontecendo no mundo todo, mas talvez não saibamos o que acontece com nossos vizinhos.

Pode parecer nostalgia, coisa de velho, mas essa facilidade está trazendo malefícios à sociedade. Quando eu era uma criança, não havia bullying, ou, pelo menos, não era chamado assim. Crianças tinham apelidos, faziam brincadeiras cruéis, até mesmo violentas, mas a coisa se encerrava como havia começado. Como brincadeira.

Hoje tudo está online. Aquele apelido da escola pode ser visto pelo seu primo que mora a 500 quilômetros de você. Você muda o status para namorando e a vida de várias pessoas é transformada em questão de minutos. Sua vida é pública e você é o grande responsável pois divulga suas informações pessoais o tempo todo.

A sexualidade é ainda mais complicado. Conseguir ver uma foto com uma pessoa nua era uma aventura na minha infância. Uma revista playboy era um tesouro incalculável para um garoto de dez anos, e esconderijos criativos eram necessários para que os pais não a encontrasse e nos punisse.
Hoje há os mecanismos de busca online. Os grupos de compartilhamento, câmeras portáteis e a sexualidade é banalizada na televisão.

Como consequência, muitos jovens já não tem o mesmo interesse por relacionamentos e sexualidade. Ou tem interesse apenas recreativo, casais duram apenas uma noite, casamentos se realizam com data para acabar e novos tipos de relacionamentos como o homossexualismo ganham força pelo fato de trazerem alguma novidade nesse excesso de informações.

Foi com o intuito de discutir esses temas que escrevi o conto "Assexuado". Ele foi criado para um concurso que pedia sangue, mas resolvi que o melhor terror é o psicológico. E nada melhor do que a figura de um jovem criado numa família problemática para falar do tema.

Conheça Josias, veja sua família, seus medos e tente se colocar no lugar dele.

O conto Assexuado pode ser lido de graça no wattpad. Basta clicar no link: http://w.tt/1MSyomA

Comentários e votos são bem aceitos, tanto aqui no blog, quanto no wattpad. 

Divirta-se!  

terça-feira, 8 de março de 2016

Entrecontos disponibiliza contos do concurso "Fantasia"


Foi divulgada a lista com os contos participantes do concurso fantasia promovido pelo blog entrecontos www.entrecontos.com
São quarenta e oito obras dos mais diversos escritores trazendo as suas interpretações para este que é o ramo da literatura que mais cresce no Brasil.

Como comentado anteriormente, os contos são apresentados através de pseudônimos para que o julgamento seja imparcial, afinal, os próprios contistas comentarão obras de outros autores.
Os contos foram separados em quatro grupos e cada autor deverá avaliar as obras do grupo subsequente ao seu. 
se quiser entender melhor as regras, basta checar as regras aqui: http://entrecontos.com/2016/03/05/fantasia-avaliacao-1a-fase/

Estamos participando do concurso, mas, por motivos de ética, só divulgaremos com qual conto quando os resultados estiverem disponíveis.

Boa leitura!

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Resenha - O andarilho das sombras - de Eduardo Kasse

Quando se inicia a leitura de um livro e o tema é vampiros, dá logo um frio na espinha. E não é porque o tema traga medo, mas sim pelo risco de ter em mãos outra obra do nível de Crepúsculo.

Graças aos Deuses a dúvida é desfeita logo nas primeiras páginas, pois Harold Stonecross é um monstro, amaldiçoado com a vida eterna, alguém que nunca mais poderá ver a luz do sol. Notar alguma influência de "Vampiro, a máscara" na obra me deixou ainda mais feliz e tranquilo.

Esse é o plot de "O Andarilho das Sombras" do autor Eduardo Kasse, lançado pela editora Draco.

Uma história onde acompanhamos o protagonista em duas tramas simultâneas. O tempo "presente" e o passado. A técnica de escrever usando flash back parece estar na moda, mas o autor consegue fazer isso sem ser chato ou perder o foco, pelo contrário, ele te deixa curioso em saber o final das duas histórias.

Acompanhamos todos os amores, dramas e caçadas de Harold, seus sonhos, suas lembranças e toda a dificuldade que um vampiro tem para se alimentar, ocultar-se durante o dia e não despertar suspeitas sobre a sua verdadeira natureza.

A escrita do autor é rica e o trabalho de pesquisa parece ter sido grande, graças ao cuidado dedicado aos detalhes de época. Eduardo Kasse com certeza conseguiu me deixar curioso para ler outras obras suas.

Valeu 4 estrelas de 5 pois não fiquei totalmente satisfeito com o final. Uma escolha coerente do autor, mas que não foi de encontro ao que eu desejava. 

Fica também uma ligeira advertência para as pessoas mais religiosas, pois a posição do personagem quanto ao cristianismo e, principalmente quanto à igreja católica podem soar ofensivas para alguns. O linguajar utilizado, sem frescuras, também pode ser um problema se você não gosta do estilo, mas me rendeu boas risadas durante a leitura.

Se você não tiver problemas com religião e quiser ler uma história sobre vampiros como eles devem ser, aproveite O andarilho das sombras.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Entrecontos lança desafio fantasia


Você é escritor e gosta do estilo fantasia? Ou você é um leitor que se interessa pelo gênero?

Em ambos os casos, é importante você saber que o site entrecontos lançou o concurso de contos de fantasia e você pode participar escrevendo para o concurso ou prestigiando ao ler as obras publicadas por outros escritores.

Se você escreve e quer saber mais, veja todas as regras na página oficial dos caras. http://entrecontos.com/2016/02/16/regulamento-desafio-fantasia/

E se você é leitor, fique atento pois no dia 5 de março de 2016, serão disponibilizados os contos para sua apreciação. E o melhor, de graça.

O resultado com os classificados para a segunda fase saí em seguida e divulgaremos por aqui.

Claro que estarei participando do concurso, mas, como ele exige um anonimato inicial, só divulgarei o meu conto ao final do concurso, juntamente com o resultado final.

Fique de olho!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Crônica - Imediatismo na sociedade moderna

Dan Folter (escritor e professor de inglês)
Outro dia eu estava respondendo a uma pesquisa online e me foi perguntado se eu era sempre o primeiro a experimentar novas tecnologias.
Respondi que não, afinal não quero ficar testando aparelhos para os fabricantes, prefiro sempre esperar um pouco e comprar depois quando as coisas já estão mais estáveis.

Esse fato, porém, me fez pensar sobre o imediatismo da sociedade. As pessoas precisam ter aquele aparelhinho novo antes do que as outras, querem assistir aquela nova série antes que todo mundo, e elas costumam pagar mais caro por isso. Pense naquelas imensas filas nas lojas da Apple sempre que um produto novo é lançado. Que diferença faz comprar meses depois ou não comprar?

Apenas recentemente comecei a assistir calmamente ao seriado "Breaking Bad" na Netflix e ao comentar com um conhecido, percebi que ele me olhava com estranhamento por eu só estar assistindo agora. Eu não tive tempo antes, devo deixar de ver apenas por que não é mais lançamento?

Comecei a pensar no quanto as pessoas perdem de qualidade de vida, nessa corrida desesperada pelo novo, esse desespero coletivo por ser o primeiro em algo que não te devolve nada em troca a não ser um tipo de status pra lá de subjetivo.

Deveríamos deixar de ler uma obra de Aghata Christie ou de ouvir um disco dos Beatles porque eles são antigos? Ou, falando pejorativamente, velhos?

Lembro-me de um carro que comprei anos atrás. Era um modelo zero quilômetro, mas estava em vias de parar de ser fabricado. Era um ótimo veículo e custava o mesmo que um modelo de categoria inferior, mas com design mais antigo. Optei pelo carro pagando um preço excelente e ainda paguei seguro mais baixo porque o modelo era menos visado pelos bandidos.

As perguntas se o meu carro havia sido comprado usado eram respondidas com um humilde sim, afastando potenciais invejosos e pessoas que pensam que ganho dinheiro fácil.

Talvez seja a idade, talvez eu esteja ficando mais esperto, mas estou preferindo tomar apenas uma boa cerveja em tempo de não esquentar do que engolir várias cervejas ruins em uma golada apenas porque preciso "ficar ruim" bem depressa como fazem muitos.

Talvez seja por causa desse imediatismo que as pessoas passem tão pouco tempo em seus empregos ou mudem de par romântico tão depressa, afinal se a promoção não veio em 5 meses eu devo estar estagnado e se a minha companhia acordou de mal humor no domingo, é a hora de procurar outra, afinal o tempo urge.

Sim, o tempo. O tempo é uma das poucas coisas que não se podem ser vendidas ou emprestadas, por isso eu procuro aproveitar o meu da melhor forma possível, e você? já pensou sobre isso?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Conheça Dan Folter - Futuro best seller literário


Vejam esse olhar obstinado, essa expressão inteligente e, por que não, sábia.

Este é Dan Foter, Escritor, autor, blogueiro, professor e talvez profissional de TI.

Bom, toda essa apresentação é apenas pra você entender que, com a publicação de meu primeiro livro impresso prestes a acontecer descobri que o meu nome (Daniel Martins) é extremamente comum.
Tem até biografia de um outro escritor com esse nome já publicada por aí.

Por isso, relancei todas as minhas obras digitais e atualizei todas as redes sociais literárias para Dan Folter. 

Dan, como qualquer acéfalo é capaz de perceber é uma contração de meu primeiro nome e Folter é o sobrenome da minha mãe.
Como a tradição machista pede que recebamos o sobrenome do pai, mas não o da mãe, acabei por ficar sem o Folter e esta é também uma forma de homenageá-la e fazer justiça, afinal foi criado pelos dois, não é mesmo?

Por isso, quando você chegar a uma livraria e ver na estante dos mais vendidos um livro de Dan Folter, pode levar sem medo que é meu.